quarta-feira, 12 de novembro de 2014
terça-feira, 11 de novembro de 2014
PMDB goiano recua na expulsão de infiéis e acena com adesão à base de Perillo.
A Executiva do PMDB goiano se reuniu ontem (10/11) para decidir a expulsão dos infiéis que apoiaram Marconi Perillo nas últimas eleições em detrimento do candidato do partido, Iris Rezende. A expectativa era grande quanto ao destino de figuras como Frederico Jayme, Júnior Friboi, Robledo Rezende e uma dezena de prefeitos e vereadores cooptados pelo governador do estado, reeleito para o 4º mandato. Prevaleceu, entretanto, o compadrio. Sem consenso, a executiva transferiu para a Comissão de Ética do partido o destino dos marconistas peemedebistas, o que deve acontecer somente em 2015 após a eleição da nova executiva. Tudo leva a crer, porém, que não haverá punições àqueles que agiram em desacordo com o estatuto e código de ética do PMDB. O deputado federal eleito, e mais bem votado do partido, Daniel Vilela, foi um dos que se colocaram contra a expulsão da turma marconistas. O defensor mais enfático da expulsão foi o Deputado Estadual eleito, José Nelto, que disse que vai propor ao conselho de ética, logo na semana que vem, a aplicação da pena máxima aos dissidentes. As atitudes de Frederico Jayme, cotado para assumir uma secretaria no governo de Marconi Perillo, e de Júnior Friboi foram extremamente prejudiciais ao PMDB e, concomitantemente, ao candidato Iris Rezende. Desde o início, Friboi atuou como um elefante em loja de louças e, tendo como aval o seu dinheiro, provocou um verdadeiro racha no partido, impossibilitando que o mesmo marchasse unido para o pleito. Depois de renunciar sob a alegação de que fora traído por Iris Rezende e sendo desmentido pela mídia, que apontou como causa verdadeira de sua renúncia à pré-candidatura ao governo pelo PMDB o fato da empresa JBS dever ao estado de Goiás mais de R$ 1,3 bilhões em impostos, Friboi resolveu tirar a máscara e declarar apoio ao Governador Marconi Perillo, que dizem, foi quem espalhou a notícia da dívida. Enquanto Friboi tratava de dividir o partido, Frederico Jayme atuava como coordenador da campanha de Perillo. Ao dispensar tamanha complacência aos traidores, o PMDB legitima a infidelidade partidária e, tacitamente, passa a ser mais um partido da base governista, o que é uma lástima para a política goiana. Como maior partido da oposição, o PMDB teria, em tese, a responsabilidade de conduzir a política de fiscalização ao governo de Goiás, mas é pouco provável que o faça, já que tanto os infiéis declarados quanto os demais peemedebistas contrários a expulsão dos traidores veem em Marconi Perillo o caminho para a própria ascensão, pouco importando qual será o destino do PMDB goiano. Aos autênticos peemedebistas resta resistirem com dignidade, sabendo, entretanto, que a luta é desigual.
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Pela traição ao PMDB, Frederico Jayme é cotado para assumir uma secretaria no 4º governo de Marconi.
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| Frederico Jayme: um exemplo a não ser seguido pelos jovens políticos. |
Frederico Jayme é filiado ao PMDB desde quando o partido ainda era o MDB. Foi deputado estadual por três mandatos, líder do governo de Iris Rezende na Assembléia Legislativa de 1983 a 1985, Secretário de Segurança Pública também no governo de Iris Rezende (1985) e por fim foi nomeado para o Tribunal de Contas do Estado de Goiás pelo então governador Henrique Santillo do PMDB, em 1989. Ou seja, Frederico Jayme deve toda a sua vida ao PMDB. Não obstante, Jayme preferiu, nas últimas eleições, assumir-se marconista. Numa atitude incompatível com a ética partidária, o ex-secretário de Iris Rezende não só envidou apoio ao candidato da situação e principal adversário político do PMDB, como foi um dos coordenadores da campanha vitoriosa do tucano. Com um comportamento moralmente questionável, Frederico Jayme feriu o código de ética do partido quando recusou-se a apoiar o candidato oficial do PMDB, escolhido em convenção. Não se entende, ou não se entendia até então, entretanto, por que o ex-deputado, em sendo livre e vivendo num regime democrático, preferiu expor o partido que lhe proporcionou uma vida pública de sucesso a pedir sua desfiliação do PMDB e assim, como qualquer político, abraçar a candidatura que melhor lhe conviesse. Ao assumir-se um promíscuo político, Frederico Jayme se apequenou e mancha sua biografia, lançando sobre si mesmo uma nódoa própria dos traidores. Perdeu a dignidade quando quis ser maior que o PMDB e sua história. Ameaçado de expulsão pela executiva do partido, Frederico Jayme dá de ombros e dá mostras de que não se envergonha de tamanha infidelidade partidária. Quer continuar o casamento com o PMDB, porém amasiado ao PSDB de Marconi. Segundo as apostas para o próximo secretariado de Perillo, Frederico Jayme está bem cotado para uma das secretarias: indústria e comércio ou Segurança Pública. As 10 moedas, portanto, estão garantidas ao judas goiano.
sábado, 8 de novembro de 2014
Sem dinheiro para a folha, Governo de Marconi Perillo mais uma vez lança mão da suplementação.
Após a eleição, a realidade. O 3º Governo de Marconi Perillo chega ao fim agonizando. Matéria publicada no Jornal O Popular de hoje (08/11), informa que o governo de Goiás lançará mão, mais uma vez, da famigerada suplementação de verbas, que é a retirada da receita de determinada pasta para cobrir gastos em outra. Sem dinheiro para pagar os custos com a folha de novembro e dezembro, incluindo 13º terceiro salário, Marconi Perillo remanejou mais de R$ 500 milhões de todas as pastas da administração direta e indireta. Curiosamente, o valor da suplementação é o que foi gasto com publicidade de 2011 a 2014. Em junho o governo já tinha lançado mão desse expediente, retirando mais de R$ 130 milhões da pasta da Segurança Pública para cobrir gastos com pessoal e juros da dívida da CELG. Embora a Secretaria da Fazenda negue que esse "arranjo" para conseguir pagar a folha do funcionalismo possa trazer prejuízos para a população, é inegável que serviços essenciais serão comprometidos, pois a repactuação de contratos foi admitida pela SEFAZ. Apesar de ser amparada por lei federal, a suplementação revela a incompetência do governo estadual de conter gastos e prever despesas o que, inevitavelmente, gera esse descompasso nas contas públicas. As consequências dessa má administração é sentida por todos os cidadãos, especialmente na área da segurança pública e saúde. Pra quem tinha alguma expectativa quanto a um avanço nesse quarto mandato de Marconi, a revelação de que o estado não tem dinheiro sequer para a folha de pagamento, joga um balde de água fria na esperança de melhora da qualidade de vida do cidadão goiano.
Anderson Máximo, Procurador do Estado, é homenageado.
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| Dr. Anderson Máximo, Procurador do Estado de Goiás. |
O Procurador do Estado de Goiás Anderson Máximo de Holanda foi homenageado pela Associação dos Procuradores do Estado de Goiás - APEG, por ocasião da comemoração dos 50 anos da instituição. Máximo ocupou o cargo de Procurador Geral do Estado no governo de Alcides Rodrigues, oportunidade em que conseguiu inúmeros avanços para a Procuradoria e para os procuradores do estado, como a instituição do dia do Procurador no calendário oficial do estado, a mudança da sede da procuradoria, a edição de súmulas administrativas, instruções e portarias normativas que possibilitaram uma melhor organização administrativa da Procuradoria para os procuradores e para a administração pública. Sob sua presidência foi implantado um trabalho de gestão de inteligência tributária e, por meio da Lei da transação e do parcelamento judicial, da penhora on-line e da inscrição no Serasa, a PGE conseguiu aumentar a carta de crédito do Estado em 180%. Na sua gestão, Anderson Máximo investiu mais de R$ 1 milhão em tecnologia de informática e implementou a distribuição eletrônica dos processos, o que gerou um equilíbrio no trabalho de todos os procuradores. Segundo a APEG a honrosa homenagem ao seu ilustre membro foi concedida "pelos relevantes serviços prestados à instituição e ao fortalecimento da carreira de Procurador do Estado de Goiás". O Blog parabeniza o homenageado que, além de excelente profissional e ilibado caráter, é um ser humano preocupado com as causas sociais, que divide seu tempo com a prática da caridade num belíssimo trabalho à frente da Casa da Fraternidade Irmã Scheila. Para o ex-PGE "a caridade é o alimento necessário para nossa melhora interior".
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