segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Ventilador de teto cai em sala de aula da UEG
Paulo Garcia dá entrevista e cobra governo parceria para saúde e transporte coletivo
Paulo esta falando pelo povo, pois vê a necessidade de quem mais precisa. Saúde, transporte público é obrigação dos estados com o trabalhador.
Para ver a entrevista é só clicar no Link:http://www.youtube.com/watch?v=qM2-rlOjbNs
Requião Critica 'Molecagem' Dos Filhos De Marinho
Em discurso nesta quinta-feira (26),
o senador Roberto Requião (PMDB-PR) criticou o jornal O Globo pela publicação,
no último domingo (22), da matéria “Embargos infringentes podem beneficiar 84
parlamentares no STF”. Na opinião do senador, a matéria coloca “no mesmo saco”
todos os parlamentares que são réus de ações penais no Supremo.
Estou aqui com O Globo, jornal
fundado pelo Irineu Marinho, posteriormente dirigido por Roberto Marinho e
atualmente dirigido pelos netos do Irineu, os filhos do Roberto, que se
dedicam, como verdadeiros moleques, a fazer molecagem na imprensa ,disse.
A matéria inclui Requião como um dos
possíveis “beneficiados”, já que o senador é processado naquele tribunal por
calúnia contra o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.
Aprendi há muito tempo, com meu avô
sergipano, que quando você é mordido por um cachorro, você não bate no
cachorro, você bate no dono do cachorro. E o dono dos dois jornalistas que
escreveram essa maravilha aqui chama-se Roberto Irineu Marinho.
Requião disse que o jornal colocou no
mesmo patamar parlamentares processados por crimes diversos, “de delito
eleitoral por afixar cartazes em locais não permitidos a peculato, fraudes em
licitações, injúria e mais”. Se uma pessoa desatenta ou desavisada ler a
matéria, opinou o senador, acaba por acreditar que todos os 84 parlamentares
que sofrem processo no STF são corruptos.
Eu não sou Marinho. Eu não estou
devendo milhões de reais para a Receita Federal. Não estou me escondendo no
poder de comunicação dos seus jornais. O Globo não se preocupa em separar alhos
de bugalhos. Não se preocupa em mostrar as diferenças das acusações contra 84
políticos. Não! Para O Globo, buscar a verdade nos fatos, o fundamento do
jornalismo, é apenas um detalhe absolutamente supérfluo, pontuou.
O Globo sequer o procuraram para que
ele contasse sua versão sobre o processo no STF, nem pesquisaram seu processo
no Supremo, que inclui parecer do Ministério Público favorável a ele.
É isso mesmo Marconi? Goiás têm mais vigilantes privados do que policiais militares?
Ao andar pelas ruas de Goiânia ou de qualquer
outra capital brasileira é perceptível a crescente fortificação de residências,
condomínios horizontais e verticais, comércios e prédios de empresas, que a
cada dia investem pesadamente em sofisticados aparatos de segurança privada.
Esse fenômeno de transformação do lar ou do local de trabalho em verdadeiros
bunkers é o reflexo direto da sensação de medo e insegurança, causada pelo
colapso da segurança pública, que não consegue responder à altura ao avanço da
violência em Goiânia.
A onda pela procura de serviços de segurança privada também remete a outra
questão polêmica, que é a participação de políticos ou agentes públicos ligados
à segurança pública que são donos ou sócios de empresas que prestam serviço
privado nesta área. Trata-se de uma situação paradoxal, pois aqueles que
deveriam trabalhar pela segurança por meio do Estado estariam se beneficiando
justamente da precariedade e das falhas do sistema de segurança ofertado pelo
governo, que, aliás, arrecada alto graças à pesada carga tributária imposta ao
contribuinte brasileiro.
Em Goiás existem 83 empresas autorizadas a
prestarem serviços de segurança em seus diferentes ramos, como escolta armada,
transporte de valores, segurança pessoal, segurança eletrônica, de eventos e
patrimonial. De acordo com o Sindicato das Empresas de Segurança Privada, de
Transporte de Valores e de Cursos de Formação do Estado de Goiás (Sindesp-GO),
em todo o Estado cerca de 14 mil profissionais trabalham na área, sendo que
outros 22 mil teriam certificação para atuarem.
O número dos que trabalham no setor é maior do que o efetivo total da Polícia
Militar de Goiás, que hoje conta com pouco mais de 12 mil militares em suas
fileiras, responsáveis pelo policiamento preventivo e ostensivo. Os
profissionais que estão aptos a trabalhar como seguranças totalizam quase o
dobro do quadro geral da corporação goiana.
Nas mais de 80 empresas do ramo de segurança privada que operam em Goiás, não
há comprovação documental de que políticos, oficiais da Polícia Militar, Bombeiros
Militar ou delegados de polícia sejam proprietários de alguma delas. Há, porém,
cônjuges de agentes ligados à segurança pública que ocupam cargos de diretoria
em duas empresas: Escudo Segurança e Vigilância Ltda, que tem como diretora
Eunice Regina Costa Machado, mulher do delegado aposentado e deputado estadual
Marcos Martins Machado (PSDB); e Diagonal Segurança e Vigilância Ltda, em que
Tânia Sarah Nunes de Azevedo Romanowski, mulher do coronel reformado da PM
Richard Félix Romanowski, também ocupa cargo de diretoria.
Será que o povo tem dinheiro para ficar
gastando com segurança privada? E a segurança pública que é de direito do
trabalhador, não existe. Salvo aqueles que estão dispostos a desembolsar mês a
mês uma quantia significante a uma pessoa sem renda, para este tipo de “luxo”,
ou seja, o governo sempre terá sua segurança, o executivo, o empresário, vão
ter estas condições, e o pobre que continue sendo assaltado. Passou da hora do
governo tucambalacho mudar sua postura com o povo.
Mensalão tucanos fica para 2015
O processo sobre o mensalão tucano–
também chamado de mensalão mineiro e valerioduto tucano – que abriga a maioria
dos políticos e publicitários envolvidos deverá se arrastar por todo o ano de
2014 na Justiça de Minas com depoimentos de testemunhas e dos dez réus
acusados. Somente em 2015 o processo poderá ter chances de ser julgado, afirma
o promotor João Medeiros, do Ministério Público de Minas Gerais. Ainda precisam
ser ouvidas de 25 a 30 testemunhas de quatro réus.
Além desse processo, outros dois
tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF) e não têm data para serem julgados.
São os processos dos dois únicos políticos com foro privilegiado: o deputado
federal Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e o senador Clésio Andrade (PMDB-MG). O crime
ocorreu em 1998.
E o povo vai ficando sem resposta a
cada dia e ano que passa. Porque tanta enrolação para julgar a quadrilha tucana
?
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