domingo, 7 de dezembro de 2014

Uma pequena homenagem a um brasileiro vencedor

Guilherme de Melo Godoy

O Blog Opinando abre espaço para homenagear um digno cidadão brasileiro. Aos 17 anos, Guilherme de Melo Godoy, natural de Goiânia, é o exemplo vivo de que a educação pode mudar a vida das pessoas e, consequentemente, o mundo. Desde muito cedo, Guilherme, motivado pela família, compreendeu que a educação seria a chave para mudar sua vida. Terminado o ensino fundamental, o jovem, que se destaca por sua simpatia e respeito as amizades, ingressou no Instituto Federal de Goiás, no curso de Eletrotécnica. Assim que a legislação lhe permitiu começou a conciliar estudo com trabalho. Tomou gosto. Enfrentando os desafios diários dos desumanos terminais, Guilherme resistiu firme aos dissabores do descaso com que são tratados todos aqueles que necessitam do transporte público em Goiânia e região metropolitana. Vários foram os assaltos que sofreu dentro e fora dos ônibus. Quatro ou cinco celulares lhe foram subtraídos. Desistir? Jamais! Seu foco sempre foi o de vencer pelos seus próprios méritos. E hoje, 07 de dezembro de 2014, pode-se dizer que sua vida mudou. Aos 17 anos de idade, Guilherme foi aprovado no Concurso Público da CELG. Foi o 4º colocado nas provas objetivas e classificado para o teste de aptidão física. Dois quilômetros e 12 minutos o separavam do início do sonho, da indelével mudança em sua vida. Correu como se corresse pela própria vida. E venceu! A maioridade virá com a posse. Os sonhos continuam, agora embalados por uma grande conquista e a certeza de que já escreveu parte de sua vitoriosa história. Guilherme é um brasileiro, um cidadão que nos faz acreditar que temos futuro, um jovem que contribui para uma sociedade melhor. Aos 17 anos, Guilherme é um exemplo a ser seguido. Parabéns!

Internauta critica postura do Delegado Waldir nas redes sociais.

Sandro Ragonezi critica postura do Delegado Waldir

O internauta Sandro Ragonezi, um dos mais influentes das redes sociais em Goiás, criticou, em post publicado na sua página no Facebook, a postura do recém eleito deputado federal, Delegado Waldir. Segundo Ragonezi, ele ficou sabendo que o Delegado, a quem chamou de "santidade", numa fina ironia à forma como Waldir tem se comportado depois de eleito, está deletando de sua página comentários que não o agradam. A informação, conforme diz o post do atuante internauta, veio de um eleitor do Deputado que foi bloqueado depois de comentar na página que o futuro congressista mantém no face. "A humildade não cabe no senhor, mesmo com tantos votos...", aponta Sandro, e lamenta: "não quero acreditar que seja assim". De fato o nobre Delegado mudou muito desde sua eleição. Atuante nas redes sociais, Waldir sempre falou a língua do povo, ávidos por segurança e justiça. Por diversas vezes o delegado manifestou sua contrariedade com o atual governo e com o sistema de segurança pública em Goiás, sobretudo pela perseguição política que sofreu ao longo de sua carreira, principalmente por ser atuante e sempre agir em obediência à lei e a ordem pública. Foi afastado da Delegacia de Crimes de Trânsito, onde fazia um belíssimo trabalho em prol da Lei Seca em Goiânia, o que aconteceu, segundo os bastidores da notícia, porque estava contrariando interesses de "gente graúda". Na época Waldir Soares afirmou: "fui punido por trabalhar". Para Sandro Ragonezi, o mandato do futuro Deputado Federal "será como voo de galinha: curto e desajeitado". Apesar disso, Ragonezi diz que ainda dá tempo do delegado deixar a arrogância de lado e tentar ser aquela pessoa que ele era antes de receber os 274 mil votos, e lembra a Soares: "foram as pessoas comuns e humildades que o colocaram no Congresso". Terminando seu recado,  o internauta lembra ao campeão de votos para a Câmara Federal de sua responsabilidade e influência nas redes sociais e pede que ele "use essa influência para o lado positivo e respeite as posições contrárias. Foi a democracia que o elegeu". A postagem recebeu vários comentários elogiando a crítica de Ragonezi.


O post original no facebook você pode ler clicando aqui

sábado, 6 de dezembro de 2014

O nome da SANEAGO aparece em lista apreendida na casa do doleiro Youssef

Planilha apreendida na casa do doleiro Alberto Youssef, preso na primeira fase da Operação Lava Jato da PF, que investiga, possivelmente, o maior episódio de desvio de dinheiro público da história do Brasil, demonstra que a atuação do doleiro extrapola os limites da Petrobras e estende seus tentáculos sobre outras estatais federais, órgãos públicos estaduais, prefeituras e empresas privadas. O nome da SANEAGO - Saneamento de Goiás S/A., aparece na lista. Não é possível, entretanto, saber se e em qual contrato pode ter havido a participação de Youssef. Das empresas envolvidas no chamado "Petrolão", a única que mantém contrato com a estatal goiana é a Odebrecht, que por meio da sua subsidiária Odebrecht Ambiental venceu licitação para a exploração da coleta e tratamento de esgoto nas cidades de Aparecida de Goiânia, Trindade, Rio Verde e Jataí. Pela subdelegação dos serviços a Odebrecht paga à SANEAGO algo em torno de R$ 9,1 milhões por ano. Esse contrato, que tem duração de 30 anos, foi alvo de ação protocolada pelo Ministério Público na justiça goiana, pois há, entre os promotores, o entendimento de que houve terceirização dos serviços, o que seria vedado por lei. O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas no Estado de Goiás (STIUEG) teme que com essa terceirização travestida de subdelegação a população ficará a mercê dos interesses comerciais, em um serviço público que não deve visar o lucro. Nas últimas eleições para governador, a Odebrecht doou para a campanha do governador reeleito, Marconi Perillo (PSDB) mais de R$ 1,5 milhões. É fato, não obstante, que o nome da SANEAGO na lista apreendida pela PF na casa do doleiro, preso na Operação Lava Jato, requer uma investigação mais aprofundada a fim de que não pairem dúvidas na relação entre a empreiteira investigada e a empresa goiana.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

MP/GO recomenda a imediata suspensão do processo seletivo para contratação de Soldados Voluntários em Goiás.

Objeto de ADIN (Ação Direta de Inconstitucionalidade) no Supremo Tribunal Federal - STF e de ter sido considerado inconstitucional pelo Juiz da 2ª Vara da Fazenda Pública de Goiânia em novembro último, o SIMVE - Serviço de Interesse Militar Voluntário do Estado de Goiás, instituído pela Lei Estadual 17.882/12, sofreu mais um revés. A promotora de Justiça do MP-GO, Villis Marra Gomes, em substituição na 57ª Promotoria de Justiça de Goiânia, recomendou ao comandante-geral da Polícia Militar de Goiás, Silvio Benedito Alves, que cancele ou suspenda imediatamente o processo seletivo regido pelo Edital 3/14, do Serviço de Interesse Militar Voluntário Estadual (SIMVE), deixando de realizar o teste de aptidão física e todas as demais fases previstas. O Juiz Ricardo Prata, da 2ª Vara da Fazenda Pública, que decidiu acolhendo os pedidos feito pelo Promotor Fernando Krebs, já havia declarado a nulidade dos editais para seleção dos voluntários e determinado a convocação de todos os aprovados no concurso da Polícia Militar até o limite dos valores gastos com os SIMVE. Na Suprema Corte a ADIN 5163, proposta pelo PGR Rodrigo Janot em setembro/14 recebeu parecer favorável da AGU, que anotou mais de 12 pontos de inconstitucionalidade na lei sancionada por Marconi Perillo. Atualmente os autos da ação encontram-se conclusos ao relator, Ministro Luiz Fux.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

MP-GO arquiva procedimento investigatório contra Marconi Perillo (PSDB), mas ação no STJ continua.

Convocada pelo Governador de Goiás, Marconi Perillo, na tarde de hoje, 02/12, a imprensa goiana alardeia uma meia verdade como se verdade inteira fosse. Comemorando "bola na trave" como se gol de letra tivesse feito, Marconi Perillo fez do arquivamento de procedimento investigatório do Ministério Público de Goiás, aberto em 2012 para apurar seu suposto envolvimento no esquema do bicheiro Carlos Cachoeira, desbaratado pela Operação Monte Carlo da PF, uma sentença absolutória. A imprensa, sabendo que era "gato" vendeu a notícia como se lebre fosse. O procedimento do MP-GO., arquivado supostamente por falta de provas contra o Governador de Goiás, não guarda nenhuma relação com o inquérito penal aberto no STJ, cujo titular da ação é o Ministério Público Federal. Naquela corte superior o Inquérito Penal 787 corre normalmente, seguindo os trâmites legais, visando a apuração de suposto ilícito cometido por Perillo no mesmo imbróglio Cachoeira. Robusto, o inquérito foi aberto a pedido do Procurador Geral da República à época, Roberto Gurgel e deferido pelo Ministro Relator Humberto Martins. Como o processo ainda não foi julgado, assim como é possível a absolvição a condenação também é uma hipótese plausível, já que há elementos contundentes no processo. Destarte, o arquivamento do procedimento do MP-GO não inocenta Marconi Perilo. Não pelo menos até que seja julgado o processo no STJ.