Citando José Roberto Toledo, do jornal O Estado de São Paulo, a Jornalista Fabiana Pulcineli, de O Popular, começa seu artigo de hoje, 24/03 - Cena Política: "Mais difícil que um candidato ganhar as graças do eleitorado é livrar-se da bile eleitoral. A rejeição é persistente como um pernilongo. Podemos não lembrar por que sufragamos este, mas não esquecemos a razão pela qual não votamos naquele". Ao mencionar o colega Paulista, Pulcineli corrobora a tese de que, para candidatos com alta rejeição, "há mais espaço para cair do que para subir. O candidato fica mais perto do teto de votos que seus adversários", completa. Para Fabiana, esse é hoje um dos principais problemas para o projeto do governador Marconi Perillo (PSDB) de disputar a reeleição. A jornalista goiana diz, ainda, que "os números reforçam o peso dos desgastes do caso Cachoeira, das dificuldades na relação com setores com os quais Marconi tinha boa relação, do não cumprimento de compromissos de campanha e do próprio longo tempo no poder". E arremata: "É claro, portanto, que a rejeição tem peso considerável hoje para o governo". Como se vê, os analistas políticos de Goiás, que merecem credibilidade, enxergam na rejeição do Governador Marconi Perillo, o seu maior adversário. Considerando que Perillo já jogou todas suas fichas, com gastos milionários em propaganda, é certo que sua situação não é nada otimista e a possibilidade de um fiasco nas urnas é cada dia mais real.
segunda-feira, 24 de março de 2014
domingo, 23 de março de 2014
Rejeição: a dor de cabeça de Marconi Perillo.
As recentes pesquisas de intenções de votos para Governador de Goiás, GRUPOM e SERPES, são unânimes num ponto: a rejeição do eleitorado ao governador Marconi Perillo. 40% dos entrevistados não votariam no tucano de jeito nenhum. Problema, problemão para o PSDB goiano, já que esse fato deixa claro que o governador não conseguiu reverter aquele quadro exposto pelo IBOPE em julho do ano passado, quando Perillo foi considerado o 2º pior governador do Brasil, perdendo apenas para Sérgio Cabral do Rio de Janeiro. Na época, Marconi tinha pífios 21% de aprovação. Considerando que Perillo vem agindo como candidato, cumprindo extensa agenda de campanha, seu alto grau de rejeição põe em xeque sua candidatura ao 4º mandato. O fato se agrava se considerarmos que os escândalos da Operação Monte Carlo da PF, numa eventual campanha, fatalmente virão à tona e a imagem do tucano será ainda mais arranhada, sepultando qualquer pretensão dele chegar à vitória. Por outro lado, a oposição, se tomar juízo, deixar a vaidade de lado e isolar os mercenários que aproveitam-se de Junior Friboi, tem tudo para ganhar ainda no primeiro turno. É provável que, com esse quadro e uma oposição ajustada e definida em torno de um nome consistente, como o de Iris Rezende, por exemplo, Marconi Perillo nem vá para a disputa majoritária, preferindo, quem sabe, uma eleição proporcional apenas para não perder o foro privilegiado.
sábado, 22 de março de 2014
Pesquisa GRUPOM/Tribuna do Planalto esvazia pretensão de Marconi Perillo.
Pesquisa GRUPOM/Tribuna do Planalto, de intenções de votos para Governador do Estado de Goiás 2014, mostra um Marconi Perillo enfraquecido pela rejeição do eleitorado goiano. Mais de 39%, segundo a pesquisa, não votariam de jeito nenhum no atual governador do estado. Embora lidere a pesquisa estimulada com 27,4% das intenções, isso representa um completo fiasco e um balde de água fria na sua pretensão de concorrer ao 4º mandato. Senão vejamos: Marconi é o pré-candidato com maior visibilidade na mídia e tem em suas mãos a máquina do estado. Empreendeu viagens a centenas de municípios, anunciando obras e participando de pseudos inaugurações. Ou seja, cumpriu verdadeira agenda de campanha nos últimos meses e ainda assim aparece tecnicamente empatado com Iris Rezende Machado, ex-prefeito de Goiânia, que tem 25,2% na mesma pesquisa. E um detalhe que define o fiasco da campanha marconista: Iris Rezende tem sido preterido dentro do próprio partido, não é candidato e está longe da mídia há meses. Fora o movimento absolutamente natural dos militantes, Iris Rezende não tem agenda de pré-candidato, pelo contrário, foi pra roça. Qualquer análise que façam em torno da pesquisa, se a querem séria e honesta, deve-se levar em consideração o fato de que Marconi não tem mais o que fazer para crescer, podendo, inclusive, sua rejeição aumentar ao passo que fatos relevantes de seu passado recente venham à tona quando da deflagração da campanha propriamente dita. Já Iris Rezende, uma vez aclamado pelo partido e restabelecida a aliança com o PT, teria tudo pra vencer no primeiro turno. Portanto, a pesquisa divulgada hoje, mostra um cenário absolutamente desfavorável para Perillo que só teria chances de continuar no Palácio se o PMDB continuar agindo para reelegê-lo.
quinta-feira, 20 de março de 2014
Juiz que manda soltar bandido, muito mais o é.
Não obstante a omissão do executivo e do legislativo, a leniência do judiciário brasileiro para com a impunidade é um verdadeiro crime contra a sociedade de bem desse país. Juiz que manda soltar bandido, contumaz e reincidente, é tão bandido quanto o meliante. Muito mais o é quando culpa a lei por sua "preguiça" de fazer a justiça tão salutar e esperada pela sociedade. Muitos se apegam a um garantismo ridículo para justificarem a teratologia de suas decisões. A impunidade, depois da omissão do estado, é a grande causa da violência no Brasil como um todo. Em Goiás, cujo sistema penitenciário também é falido e dominado pelos presos, é comum assistirmos passivamente a polícia prendendo e a justiça soltado criminosos com extensas fichas criminais. Bandidos condenados em vários processos são devolvidos às ruas por decisões covardes de juízes que não se preocupam em julgar, em proteger a sociedade daqueles que vivem à margem da lei. Talvez seja mais fácil libertar do que fundamentar uma decisão que permita manter segregado os marginais. A garantia da ordem pública, condição expressa na lei, mais precisamente no Art. 312 do Código Processo Penal, para decretação da prisão preventiva, não tem merecido atenção dos magistrados penais, que preferem privilegiar o bandido confesso com a presunção de inocência. Livres, esses bandidos continuam roubando e matando. Novamente presos, o ciclo se repete e a bandidagem aumenta. É falácia culpar a lei porque os bandidos estão soltos. Juiz quando quer segura sim. Prova disso é o caso do Goleiro Bruno, que não deixou a cadeia um dia sequer depois de sua prisão temporária, que virou preventiva e que continua preso após sentença. Vale ressaltar, que nesse caso nem corpo tinha para que se caracterizasse o homicídio. Mas o mantiveram preso. Por que? Porque a lei permite e porque o juiz a interpretou com vontade jurídica. Ou os juízes passam a se preocupar com a "garantia da ordem pública" ou o caos é questão de tempo.
domingo, 16 de março de 2014
Friboi e Marconi juntos por um Goiás cada vez pior.
É cada vez mais verossímil a hipótese de que Junior da Friboi seja mesmo um "cavalo de tróia" dentro do PMDB. Capitaneado por verdadeiros mercenários peemedebistas, preocupados tão somente com as próprias campanhas, Friboi já dá como certa sua candidatura ao Governo de Goiás, em detrimento de Iris Rezende, o maior político goiano e líder nas intenções de votos de vários institutos de pesquisas. Ressalte-se que Iris nunca se colocou como pré-candidato ao governo e a sua liderança apontada nas pesquisas é absolutamente natural. O povo quer Iris, mas a parte venal do PMDB decidiu que o que menos importa é o futuro de Goiás, senão a própria eleição e/ou reeleição. E isso só é possível, na mente fisiológica dessa turma, com o dinheiro de Friboi. Não importa se Marconi lucra com isso. Curiosamente, Friboi também não se importa com o fato de que não vence. Parece até que está cônscio de que seu papel é esse: facilitar a vitória de Perillo. Recentemente, como bem chamou a atenção o jornalista Vassil Oliveira, em sua coluna "Linha Direta", no Tribuna do Planalto, Friboi foi à 730am e bateu duro em Marconi Perillo. Jayme Rincón, fiel escudeiro do rei, foi escalado para responder as críticas de Friboi, mas poupou o milionáro da carne e bateu duramente em Iris Rezende, que nada tinha a ver com isso. Tá muito clara a estratégia dessa turma toda: o alvo é Iris Rezende. Friboi provoca e eles batem em Iris. Marconi diz que prefere enfrentar Iris para que a turma do PMDB espalhe o sofisma: se Marconi prefere Iris é porque tem certeza que ganha. A quem esse povo pretende enganar? O fato é que parte do PMDB se vende à grana do Boi e facilita a reeleição de Perillo. Lamentável estão todos juntos num criminoso esquema de poder e dinheiro. Goiás já era!
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