quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Marconi pediu, o MP/GO investigou e atestou a idoneidade de Iris Rezende!

Iris Rezende foi, por 6 anos, investigado pelo MP/GO
que ao final concluiu por sua ilibada honestidade.
A pedido de Marconi Perillo, então deputado federal, o Ministério Público Estadual instaurou, em 1998, Inquérito Civil Público para investigar possível enriquecimento ilícito de Iris Rezende Machado. Por seis anos o MP/GO investigou a vida patrimonial de Iris Rezende, que, sem nenhuma resistência, autorizou que se levantasse informações bancárias junto a todas instituições financeiras em operação no país, suspendendo seu sigilo bancário. Na época, Perillo suscitou que seria impressionante o valor e o volume das operações financeiras realizadas pelo pai de Iris Rezende, senhor Filostro Machado Carneiro, o que levaria a entender que seria feita lavagem de dinheiro por parte de Iris. Questionou, ainda, como Iris havia obtido dividendos do Frigorífico Vera Cruz S/A. Depois de uma verdadeira devassa em suas contas bancárias e levantamentos juntos aos cartórios de imóveis, além das informações colhidas pelo Parquet e informações prestadas pelo próprio representado, o Ministério Público passou a análise dos fatos suscitados por Marconi Perillo. Em determinado ponto do relatório, o Promotor Humberto Machado anotou: "quanto ao fato do investigado ter recebido dividendos do Frigorífico Vera Cruz S/A, verifica-se, por exemplo, das atas das reuniões realizadas pelos acionistas do referido frigorífico, que o senhor Iris Rezende Machado, já nos idos de 15.08.1964 participava, como acionista, das assembleias ordinárias realizadas pela empresa". E conclui: "portanto não procede a alegação de recebimento indevido de dividendos". Depois de investigar ponto a ponto as denúncias de Marconi Perillo, o Ministério Público de Goiás entendeu que, além da sua própria investigação, as provas carreadas nos autos pelo investigado, Iris Rezende Machado, seriam suficientes para rechaçar as acusações a ele imputadas e decidiu: "Nesse sentido, não encontrando respaldo legal ou fático para a propositura de ação civil e, inexistindo outras diligências a serem realizadas nos autos, determinamos o arquivamento do procedimento respectivo, na forma do Art. 9º da Lei nº 7347/85".
                      Obviamente, a honestidade é um dever de todo homem, seja ele público ou não, mas a verdade é que Iris Rezende Machado possui um atestado de honestidade chancelado pelo Ministério Público de Goiás o que lhe confere ilibada idoneidade moral. Ao contrário, Marconi Perillo enfrenta no STJ vários processos, inclusive penais, entre eles o que apura sua participação no esquema criminoso comandado por Cachoeira, que foi desbaratado pela Polícia Federal no curso da Operação Monte Carlo. 

Clicando aqui você confere, na íntegra, o relatório do Ministério Público e o pedido de arquivamento do pedido de investigação contra Iris Rezende, por falta de respaldo legal e fático.

Já clicando aqui você tem acesso ao relatório do Min. Relator Humberto Martins do STJ, acerca do Inquérito Penal que apura ilícitos de Marconi Perillo.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Presidente do PSDB goiano mente para a população goiana

O presidente do PSDB goiano, Paulo de Jesus, em nota à imprensa e divulgada no Jornal Opção, na coluna "últimas notícias" do dia 11/08, mente para o povo goiano, sem nenhum constrangimento. Na nota intitulada "Iris deve a verdade à população de Goiás", o tucano diz que o governador de Goiás, Marconi Perillo, ao contrário de Iris, abriu todos os seus sigilos e "foi amplamente investigado, como ninguém jamais foi na história deste estado" (sic). Essa é uma grande mentira e uma vergonhosa falácia usada pelo dirigente tucano para mudar a verdade dos fatos. A verdade é que o STJ - Superior Tribunal de Justiça, por deferimento do Ministro Relator Humberto Martins, instaurou "Inquérito para formação da Opinio Delicti do Ministério Público" para apuração de delitos praticados pelo Governador de Goiás, Marconi Ferreira Perillo Júnior, conforme decisão que pode ser lida aqui. O inquérito diz respeito a suposta participação de Perillo no esquema comandado pelo bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira e que veio à tona a partir de investigações da Polícia Federal, naquela que ficou conhecida como Operação Monte Carlo. Ou seja, o governador goiano não foi investigado: ele está sendo investigado! E não há sigilos abertos a quem quer que seja, pois o processo corre em segredo de justiça. 
                       Segundo o relatório do STJ, o MPF aponta uma série de elementos "que demonstram a existência de uma relação de proximidade entre o Governador Marconi Perillo e Carlinhos Cachoeira, que seria demonstrada por interceptações telefônicas e referências de encontros entre o Governador e o bicheiro, sendo possível identificar, com certeza, pelo menos um deles, ocorrido em 5/5/2011, durante um jantar na casa do Senador Demóstenes Torres, além de referências à influência de Cachoeira sobre nomeações de pessoas para cargos comissionados em diversos órgãos do Estado de Goiás, notadamente no DETRAN-GO".
                        Já Iris Rezende, como atesta o próprio MP/GO, autorizou o levantamento de todas as suas informações junto as instituições bancárias do País, conforme documento que você pode ler aqui. Ao final de toda investigação, o Ministério Público anotou: "Nesse sentido, não encontrando respaldo legal ou fático para a propositura de ação civil e inexistindo outras diligências a serem realizadas nos autos, determinamos o arquivamento do procedimento respectivo". Iris, sim, teve sua vida levantada pelas investigações do MP/GO, que avaliou sua evolução patrimonial e ao final deu-lhe o atestado de idoneidade que poucos políticos goianos e brasileiros têm. 
                                 Portanto, quem deve a verdade à população é o Senhor Paulo de Jesus, que como dirigente partidário não poderia distribuir mentiras e falácias, facilmente desconstruídas, já que a verdade é cristalina em Goiás. 

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Crimes em Goiás: Governo muda o foco, culpa a oposição e constrange quem cobra segurança.

Incompetente para dar respostas à sociedade e sem projetos para conter a onda de violência sem precedentes que assola Goiás, o Governo do Estado usa estratégia pouco convencional para conter o desgaste que a onda de crimes vem causando ao candidato governista, que é também o Governador do Estado. Valendo-se da sua força sobre os meios de comunicação do estado, o Governo transfere a responsabilidade para a oposição e, pasmem, para o povo que cobra solução para os assassinatos em série, que já vitimaram mais de 15 mulheres em Goiânia. Sites e jornais ligados ao Governador espalham a falaciosa tese de que o pânico é causado pela oposição que tenta tirar proveito eleitoreiro dos crimes. Com essa estratégia, Perillo tenta passar a falsa ideia de que está tudo bem, tudo ótimo, que a criminalidade em Goiás está caindo e que a culpa por tanta violência é das pessoas que espalham notícias de crimes. Não é verdade. A situação em Goiás é gravíssima e milhares de jovens mulheres têm mudado suas rotinas com medo do homicida que continua à solta. O Governo tentou o quanto pode não dar publicidade dos casos, mas diante da repercussão negativa saiu da sua zona de comodidade para atacar a oposição, como se a responsabilidade não fosse dele. Pessoas ligadas ao governo deflagram nas redes sociais boatos criminosos de que os crimes, que levaram a população ao pânico, estariam sendo cometidos por policiais a mando de políticos da oposição para criarem fatos negativos para o governador. Tudo numa tentativa insana de eximir o Governador do Estado da sua parcela de culpa. Nos últimos 16 anos, período em que o Estado é governador por Marconi Perillo (PSDB), a taxa de homicídios cresceu 198% no estado. A polícia militar continua com o mesmo contigente de 1998 e a polícia civil teve seu efetivo diminuído em quase 50%. Acusado de participação no maior esquema de corrupção da história de Goiás, conforme relatório da CPMI do Cachoeira, instaurada a partir da Operação Monte Carlo da PF, que investigou o bicheiro Carlos Cachoeira e sua ligação com núcleos do Governo de Goiás, Marconi Perillo, desde 2012, a fim de se manter no cargo, priorizou os gastos com propagandas em detrimento de outras áreas. Foram gastos mais de R$ 450 milhões em propaganda em três anos e meio de governo do seu terceiro mandato. Enquanto isso, a violência atingiu números surreais em Goiás e, principalmente, em Goiânia. Hoje, as vozes dissonantes são assediadas moralmente para que não exponham a indignação que toma todos os homens e mulheres de bem do Estado de Goiás. Entretanto, por uma questão de sobrevivência, o povo não se cala e, cada vez mais alto, grita por providências!

domingo, 10 de agosto de 2014

Dia dos pais!




Parabéns a todos os pais que, 
com abnegação e dignidade, 
conduzem seus filhos pelos 
caminhos do bem!

sábado, 9 de agosto de 2014

Governador de Goiás censura perfis no Facebook

No auge da Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, que desbaratou uma das maiores organizações criminosas em Goiás, comandada pelo bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, e que teria ramificações dentro da administração pública do estado, inclusive, segundo a própria PF, com participação da cupúla do governo, Marconi Perillo processou judicialmente mais de 42 pessoas, entre cidadãos comuns, jornalistas, blogueiros e tuiteiros, tudo com o intuito de censurar notícias e juízos de valores sobre sua participação no imbróglio. Muitas ações acabaram sendo mandadas ao arquivo, mas a prática do senhor governador de Goiás, de se judicializar a opinião, continua em voga. Recentemente, Marconi Perillo ajuizou na justiça goiana, ação com o intuito de censurar o Facebook. O processo corre na 10ª Vara Cível de Goiânia. Contudo, sem resposta da justiça comum, Perillo encontrou outro caminho para calar as vozes dissonantes no estado. Mal começou a campanha eleitoral em Goiás, o Governador de Goiás, que também é o candidato da base governista e busca a reeleição para um quarto mandato no estado, tem recorrido à Justiça Eleitoral para censurar perfis contrários a sua atuação como governador e não simpáticos a sua reeleição. As vítimas, dessa vez, foram os perfis #ForaMarconi e Cristina Kott. Em decisão liminar, o juiz auxiliar eleitoral Rodrigo de Silveira, do TRE-GO., acatou pedido de Marconi Perillo e mandou tirar do ar os referidos perfis, sob pena de multa diária de R$ 100 mil. Mesmo reconhecendo os princípios constitucionais da liberdade de expressão, o Juiz concedeu a liminar e determinou ao Facebook que proceda a suspensão dos perfis. Lamentavelmente, Marconi Perillo continua demonstrando que não tem apreço pela democracia que o fez governador por três mandatos e usa a justiça para calar quem enxerga em seu governo um dos piores da história de Goiás. Todas as postagens que integram os perfis alcançados pela decisão liminar se consubstanciam em fatos públicos e notórios, que é a associação entre Cachoeira e o Governo de Perillo, acervos facilmente encontrados em um infindável número de sites na internet. A pergunta é: será que vão tirar do ar a internet em Goiás?